Psiquiatria · Psicofarmacologia · Goiânia

Cuidado preciso para a mente humana

Dr. Rodrigo Bernini integra a clínica psiquiátrica de excelência com a mais avançada pesquisa em psicofarmacogenética — tratamento personalizado, baseado no seu perfil genético e na melhor evidência científica.

Ph.D

Farmacologia UFG

+25 anos

de experiência

Pós-Doc

UFG · Farmacologia

Sobre o médico

Formação rigorosa, olhar humano

1998
Medicina
FUNJOB · Barbacena-MG
2000
Psiquiatria
CHPB/FHEMIG
2011
Mestre · Genética
PUC Goiás
2013
Farmacologia Clínica
UFG
2015
Doutor · Farmacologia
UFG
2017
Pós-Doutorado
UFG · Farmacologia

Dr. Rodrigo Bernini é médico psiquiatra com formação integral que une a prática clínica à pesquisa científica de alto nível. Pesquisador Associado do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas da UFG, seu trabalho integra Farmacologia, Genética e Biologia Molecular, com foco em psicofarmacogenética.

Na clínica, Dr. Bernini utiliza o conhecimento do perfil genético individual do paciente para orientar a escolha e dosagem dos psicofármacos, minimizando efeitos adversos e maximizando a eficácia terapêutica — medicina personalizada aplicada à saúde mental.

Suas áreas de pesquisa abrangem antipsicóticos, antidepressivos, psicoestimulantes e o impacto das variações genéticas na resposta aos tratamentos psiquiátricos.

“A genética não é destino — mas é um mapa que nos ajuda a escolher o caminho terapêutico mais seguro e eficaz para cada pessoa.”

— Dr. Rodrigo Bernini

Áreas de atuação

Tratamentos especializados

Atendimento psiquiátrico abrangente, desde transtornos do neurodesenvolvimento até condições do humor e ansiedade, sempre com abordagem baseada em evidências e personalizada para cada paciente.

Diferencial clínico

Por que farmacogenética?

Cada pessoa metaboliza os medicamentos de forma diferente. Essa diferença não é aleatória — está escrita no DNA. Variações nos genes das enzimas do citocromo P450 determinam se um psicofármaco será metabolizado de forma lenta, normal ou ultrarrápida, com impacto direto na eficácia e na tolerabilidade do tratamento.

Isso é especialmente relevante na adolescência e na vida adulta, quando os quadros psiquiátricos se consolidam, as comorbidades se acumulam e o histórico de trocas de medicamento sem resposta satisfatória começa a pesar — tanto clínica quanto emocionalmente.

  • CYP2D6— metabolizador lento acumula doses tóxicas; ultra-rápido não obtém resposta terapêutica
  • CYP2C19— determina resposta ao escitalopram, sertralina e outros ISRS de uso frequente
  • SLC6A4— polimorfismo 5-HTTLPR regula o transportador de serotonina; impacta resposta e tolerabilidade a ISRS
  • COMT Val158Met— relevante em TDAH, psicose e resposta a estimulantes e antipsicóticos

A psicofarmacogenética não substitui a clínica — ela a aprofunda. Com o perfil genético do paciente em mãos, é possível antecipar riscos, evitar escolhas inadequadas e construir um plano terapêutico mais fundamentado desde o início. Para adolescentes e adultos com histórico de respostas inconsistentes ao tratamento ou de efeitos adversos significativos, compreender a própria biologia pode ser tão importante quanto o diagnóstico em si.

Depoimentos

O que dizem os pacientes